
Fui amontoando os grãozinhos de coragem que encontrei aqui e ali, que germinaram do sonho. Pensava possuir a atmosfera. A atmosfera que eras tu, contudo enganei-me.
Tentei libertar, libertar-me. Fi-lo, mas tu impiedosamente tiraste-me o oxigénio. Caí desprotegida, fiquei sem respirar! Acreditava nas nuvens que me iriam amparar, mas essas desfizeram-se à minha frente triste e lentamente. A causa foste tu e ainda a és. A pergunta que me persegue é ainda “Porquê?”, da qual desconheço a resposta. Resposta que até tu desconheces.
A tua acção veio como um marco dos teus desejos, do teu sonho. Sonho que me impuseste, sonho que nunca fora meu. O meu perdera-o à muito quando o teu olhar sinistro e a tua voz pavorosa o rejeitaram.
Não sei quem conseguirei perdoar. Serei capaz de te perdoar e de me perdoar?
Os teus erros aceitá-los-ei um dia, mas os meus jamais!
Os grãozinhos de coragem flutuam no ar, talvez um dia vá em sua busca, no dia em que reconstruir as asas que tu tão friamente me tiras-te.
Tentei libertar, libertar-me. Fi-lo, mas tu impiedosamente tiraste-me o oxigénio. Caí desprotegida, fiquei sem respirar! Acreditava nas nuvens que me iriam amparar, mas essas desfizeram-se à minha frente triste e lentamente. A causa foste tu e ainda a és. A pergunta que me persegue é ainda “Porquê?”, da qual desconheço a resposta. Resposta que até tu desconheces.
A tua acção veio como um marco dos teus desejos, do teu sonho. Sonho que me impuseste, sonho que nunca fora meu. O meu perdera-o à muito quando o teu olhar sinistro e a tua voz pavorosa o rejeitaram.
Não sei quem conseguirei perdoar. Serei capaz de te perdoar e de me perdoar?
Os teus erros aceitá-los-ei um dia, mas os meus jamais!
Os grãozinhos de coragem flutuam no ar, talvez um dia vá em sua busca, no dia em que reconstruir as asas que tu tão friamente me tiras-te.







